A
inclusão das pessoas com surdez na sala de aula comum, é uma realidade presente
em nossos dias atuais, o direito a esse
acesso as escolas comuns foi garantido a
bastante tempo, porém ainda hoje estamos discutindo sobre essa temática, pois há visões distorcidas e
também contrarias a essa inclusão. Com base no texto e outra leituras, ficamos
inteiradas sobre discussões direcionada a melhores métodos de linguagem a ser
adotado pela pessoa com surdezes, dentro dessa perspectiva se destaca o embate
entre oralistas e gestualistas, onde essas
duas linhas de pensamento possui dicotomias, no entanto surge o bilingüismo
para buscar romper com a polemica das duas concepções, esse vem com uma visão
renovadora, propondo a adoção de duas línguas, a LIBRAS e a Língua
portuguesa no contexto escolar.
Como
o texto mesmo cita, o problema do fracasso escolar não está no domínio da forma
de comunicação, e sim nas praticas pedagógicas utilizadas, isso é visível em nosso
meio, onde as nossas escolas insistem em adotar métodos conservadores de
educação, não priorizando as diferenças, a singularidade do sujeito, seja ele
uma pessoa com deficiência ou não. Sabemos da importância de um ambiente rico
em estímulos, que ofereça recursos necessário ao aluno, especialmente aquele com
limitações de ordem auditiva, disponibilizar esses ambientes ao educando ainda
na educação infantil, é primordial para uma inclusão eficaz, pois outros
sentidos precisam ser estimulados, já que esse aluno tem apenas a audição
comprometida, estando todas as demais funções aptas a serem desenvolvidas, pois
a pessoa com deficiência auditiva, precisam
ser vistas como um sujeito dotado de potencialidades
e possibilidades, buscando dessa forma não focar em suas limitações e
impossibilidades.
Dentro da perspectiva inclusiva, está o Atendimento Educacional Especializado, esse vem para dar suporte a inclusão dos
alunos surdos e outras deficiências nas escolas comuns, é onde o educando vai
ser reconhecido dentro das suas potencialidades e limitações. É dá
responsabilidade desse professor do AEE, desenvolver estratégias de trabalho
que colabore com o desenvolvimento desse aluno em todos os âmbitos, procurando
subsidiar o professor da sala comum em seus trabalhos pedagógico com esse indivíduo,
buscando desenvolver com esse
profissional e outros envolvidos dentro dessa perspectivas, como: o Professor
de LIBRAS, Em LIBRAS e em Língua Portuguesa, um trabalho colaborativo, que vise
a aprendizagem do aluno dos conteúdos curriculares,
o desenvolvimento da autonomia, da área
cognitiva, afetiva e social. É nesse atendimento que acontece os três momentos
de ordem pedagógica, o Atendimento Educacional Especializado de LIBRAS, em LIBRAS e em Língua portuguesa,
todos no contraturno da aula na sala comum.
Não
acreditamos que possa acontecer inclusão desses alunos sem esses três momentos,
pois é onde o educando vai aprender a Língua de Sinais para se comunicar, a
estrutura da língua portuguesa de ordem escrita, termos importantes para
entendimento do conteúdo de sala de aula comum, em fim, é indispensável um
ambiente bilíngüe nas nossas escolas. No entanto se sabe dos grandes impasses que enfrentam as nossas escolas publicas, são poucas as instituições educacionais que
disponibilizam esses três atendimentos para esses educando, mesmo sendo
garantido por lei, tendo as informações necessárias, ainda caminhamos
lentamente para se chegar a uma inclusão de fato. Estamos assim, dando continuando
as lutas, buscando, reivindicando e acreditando sempre em novas conquistas. Já
conseguimos muito, equiparando a nossa trajetória histórica, foram batalhas com
êxitos importantíssimos, pessoas que se dispuseram a lutar contra um sistema pré-estabelecido,
rigoroso, e mesmo assim não temeram, é por esse motivo que essas PS hoje tem
seus direitos garantidos por leis, no momento é fazer valer esses direitos, que
como bem coloquei anteriormente já é garantido legalmente.
Referência
Bibliográfica
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